Compromissos e Eixos Estruturantes

EXTENSÃO E CULTURA, FORLATECER A INTERAÇÃO COM A SOCIEDADE EM UM PROCESSO EDUCATIVO, CULTURAL E CIENTÍFICO AMPLO, FUNDAMENTAL COMO FATOR DE ESTÍMULO À CRÍTICA E À ÉTICA.

Estratégica pelo impacto social e de suma importância para as regiões da Bahia onde a UNEB se faz presente. Em relação às demais dimensões abordadas neste projeto, a Extensão sofreu maior inflexão no último período de gestão. Por esse motivo inaugura esta Carta. Faz-se necessário retomar seu fomento, com programas e projetos respaldados na política nacional, bem como focados nas demandas sociais baianas. A capilaridade da UNEB - que a permite, como nenhuma outra, estar presente em todo estado - conjugada a sua expertise histórica em ações extensionistas e culturais são fatores que habilitam ao enfrentamento de problemas sociais, com criatividade e inovação e sem assistencialismo. A Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e a Assessoria de Cultura (ASCULT) serão convocadas a assumir e revigorar o seu papel estratégico, tomando parte das decisões da universidade e atuando decisivamente nos temas sociais e culturais. Priorizar a extensão com a sociedade (e não apenas restrita às ações para a sociedade) é a diretriz prioritária, pois assim garantiremos a participação, a troca de saberes, a valorização dos conhecimentos populares e os melhores resultados. A Cultura, por sua vez, precisa ser valorizada como forma privilegiada de produção do conhecimento, articulada com o ensino, a pesquisa e a extensão.

Reestruturar a Pró-Reitoria de Extensão, dotando-a das condições necessárias para pôr em prática programas e projetos especiais inovadores da política de extensão;

Constituir a Política de Extensão da UNEB, a partir de uma agenda colaborativa com os segmentos internos, interagindo com os campi, outras universidades de modelo multicampi, e com base nas diretrizes nacionais para a extensão;

Estabelecer parcerias mais efetivas com órgãos federais, estaduais, municipais, ONGs, para a formação de mão de obra, qualificação para o trabalho, geração do emprego e renda;

Fomentar o desenvolvimento sustentável nas atividades de extensão, por meio de projetos de agroecologia, agricultura ecológica, educação ambiental nos departamentos proeminentes neste setor;

Valorizar e incentivar o trabalho dos docentes extensionistas, reconhecendo tais iniciativas plurais e seu papel na interação com a sociedade. Dentre as ações imediatas, instituir o prêmio Docente Extensionista, visando a premiação por excelência na área;

Garantir a participação dos campi na avaliação e tomada de decisões sobre a distribuição dos recursos de extensão, com foco nas demandas regionais;

Ampliar parcerias e estimular convênios com órgãos públicos (ministérios, secretarias e outros) com vistas à implementação de políticas públicas de caráter extensionista;

Estabelecer laços com instituições públicas e privadas para a construção de projetos inovadores e interdisciplinares que atendam às demandas sociais;

Fortalecer a política de editais internos, que estimulem a ação de extensão envolvendo docentes, estudantes, técnicos e analistas;

Instituir os Conselhos Populares Territoriais com representantes da Sociedade Civil, articulado com a Pró-Reitoria de Extensão para escuta e encaminhamentos de Programas e Projetos de acordo com as demandas sociais;

Estimular, em parceria com o Serviço Médico e Departamento de Ciências da Vida, projetos na área de saúde voltados para a prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida, a exemplo do Centro de Referência em Anemia Falciforme;

Promover a interiorização do Serviço Médico e Psicológico em articulação com os municípios do interior;

Criar programa de Apoio à Alfabetização de Jovens e Adultos, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Educação de Jovens e Adultos, MPEJA, e secretarias de estado estimulando pesquisa aplicada na área;

Promover Eventos Extensionistas Regionais, agregando os departamentos de cada Rede de Gestão Departamental (PE, 2006), com vistas à divulgação dos projetos extensionistas (corais, grupos musicais, grupos de teatro, mostras, exposições, dentre outros), permitindo a confluência e integração entre os campi e fortalecendo essa rede colaborativa.

Aprimorar e incentivar a Universidade Aberta à Terceira Idade;

Organizar congressos com patamar internacional para discutir Extensão Universitária;

Apoiar as atividades de museus, museus virtuais e centros de preservação da história e memória, a exemplo do Complexo de Canudos, dentre outros;

Avaliar, a partir de um sistema com indicadores definidos, o impacto de todas as atividades de extensão realizadas e divulgar os resultados;

Fomentar a criação de cooperativas e incubadoras em todos os campi;

Ampliar a captação de recursos para promover atividades artísticas e culturais;

Promover discussões amplas no sentido da criação de um Campus Avançado com cursos na área de Arte e Cultura;

Criar uma coordenação específica para gerir e orientar a Política de Educação Indígena da UNEB em consonância com os Centros Estratégicos dentro da temática OPARÁ – Centro de Pesquisas em Etnicidades, Movimentos Sociais e Educação e CEPITI – Centro de Estudos e Pesquisas Intercultural e da Temática Indígena, para que de forma colegiada com as instâncias pertinentes faça a integração entre os núcleos, acompanhamento e gestão das políticas, convênios, projetos de formação continuada, acompanhamento das pautas do Movimento Estudantil Indígena além da representação nas instâncias deliberativas da Universidade;

Garantir a extensão do Programa Universidade para Todos para as Comunidades Indígenas que tenham um número expressivo de estudantes de Ensino Médio para ingressar no ensino Superior;

Abrir diálogo junto à Secretaria de Educação do estado na perspectiva de transformar a Ação Saberes Indígenas na Escola do Território Etnoeducacional YbyYara como uma política permanente de formação continuada de professores indígenas e elaboração de material didático.

Até o momento não temos contribuições para este Eixo Estruturante, não perca tempo, seja o primeiro a contribuir.

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ENSINO DE GRADUAÇÃO, GARANTIR A EXCELÊNCIA NA FORMAÇÃO COM ÊNFASE NA INTERDISCIPLINARIDADE, MOBILIDADE, FLEXIBILIDADE CURRICULAR.

O ensino de graduação é desafiador diante das necessidades que apresenta na UNEB. Será prioridade da gestão, pois, retomar a sua importância histórica, enfrentando problemas relacionados com a baixa demanda para cursos, evasão e retenção, expansão para o interior, fortalecimento do EAD, passando pela questão da infraestrutura, até a estrutura curricular e sua impermeabilidade fruto de formulações conservadoras que ali estruturam sistemas de poder. Defendemos a formação abrangente, que garanta os conhecimentos específicos, mas também a formação crítica-cidadã e a consciência ambiental. Também explorar as tecnologias e permitir a articulação com a pós-graduação e a extensão, validando tais experiências no currículo. No plano de expansão, há que ousar na área das exatas, que tem maior déficit de professores, nas engenharias, saúde e também artes, notadamente nos departamentos do interior, respeitando as necessidades regionais. Por fim, a garantia da qualidade e de uma política de valorização do ensino perpassa pelo envolvimento de docentes, técnicos, analistas e estudantes em um contínuo processo de avaliação dos cursos. A diretriz primordial é a valorização e o fortalecimento da graduação na UNEB, formando com vistas à auto emancipação e cidadania comprometida.

Fortalecer a SEAVI e por meio dela, em parceria com a PROGRAD, implementar o Programa de Avaliação e Desenvolvimento do Ensino de Graduação da UNEB com visão sistêmica, considerando o conjunto dos cursos existentes, novas demandas regionais, articulando-os com a pós graduação e extensão da universidade;

Promover a criação de bacharelados interdisciplinares (BIs) nas áreas de Saúde, Ciência e Tecnologia, Humanidades e Artes, notadamente nos departamentos do interior com leque de cursos restrito, promovendo formação inovadora e área diversificada de atuação;

Fomentar discussões de práticas pedagógicas e método inovadores de ensino, de forma a estimular o exercício da autonomia, da investigação;

Redimensionar os currículos de forma a atender as demandas dos territórios de forma articulada;

Estabelecer política de acessibilidade em relação aos recursos materiais e didáticos;

Inovar na implantação de um currículo flexível para a graduação, de forma a permitir que o educando possa escolher conteúdos de componentes curriculares diferenciados de outros cursos e/ou áreas de conhecimento;

Rever o conceito de sala de aula, do ponto de vista físico e pedagógico, estimulando a realização de atividades extraclasse nos projetos políticos pedagógicos, sobretudo no que se refere às ações voltadas para a pesquisa e intervenção na educação básica e comunidades locais;

Desenvolver um sistema de acompanhamento dos egressos da graduação e pós-graduação;

Ampliar a internacionalização na graduação, com estratégicas como centro de línguas que atenda os estudantes para aquisição de uma língua estrangeira, com vistas à ampliar os intercâmbios com universidades do exterior;

Fortalecer o campus avançado de Lauro de Freitas com infraestrutura e diversificação na oferta de cursos (presenciais e EAD) e realizar estudos para implantar novos em Cajazeiras e Subúrbio Ferroviário;

Fortalecer o apoio às atividades de campo;

Integrar mais fortemente a graduação com a pós-graduação, por meio de projetos conjuntos eventos, atividades pedagógicas, e outros;

Ampliar a visibilidade dos cursos de graduação para a sociedade;

Realizar estudos visando à implantação de novos cursos de graduação na área das exatas, engenharias, artes e saúde, de acordo com as demandas regionais e com base em estudo de viabilidade;

Oferecer cursos de graduação, a partir de estudos nas regiões, focados no desenvolvimento da agricultura familiar e desenvolvimento regional, para desta forma potencializar as pequenas agroindústrias do interior e fomentar a transformação socioeconomica dos territórios interioranos;

Fomentar e ampliar as vagas e os cursos EAD que possibilitem a ampliação da oferta de ensino superior público;

Abrir amplo debate na universidade sobre a curricularização da extensão;

Fortalecer os Programas de Incentivo à formação para a docência, com ampliação da oferta de bolsas;

Tornar o sistema de bibliotecas da UNEB um centro integrado de vivências e aprendizagens, para atender à graduação, revitalizando e redimensionando seu espaço para práticas inovadoras de ensino e pesquisa, de acordo com tendências contemporâneas;

Realizar Programa de articulação com a Educação básica, via mestrados profissionais e estágios curriculares;

Envidar esforços, em parceria com Superintendência da Educação Básica e universidades, no sentido de implementar projetos pilotos de licenciaturas e/ou bacharelados interdisciplinares, com vistas a contemplar cada uma das Redes de Gestão Departamental (Plano de Metas, 2010);

Reforçar a mobilidade estudantil na graduação, entre os cursos da instituição e aqueles das instituições conveniadas;

Fortalecer os cursos oferecidos no turno noturno, garantindo o acesso aos serviços da universidade, por meio do diálogo e ações que envolvam a pró-reitoria de graduação, os departamentos e os colegiados.

Consolidar, apoiar e investir recursos nas Licenciaturas Interculturais Indígenas e lutar junto ao Estado para abertura de Cursos Técnicos de nível superior respeitando a opção dos Povos e vocação natural dos territórios;

Investir esforços junto ao governo do Estado para abertura de vagas de concurso público para as Licenciaturas Interculturais indígenas;

Dar relevância devida ao componente curricular Libras: (a) deslocar o mesmo do Departamento de Educação para o Departamento de Ciências Humanas, tendo em vista que Libras é língua, e deve estar alocada onde estão alocadas os cursos de Línguas (b) Mudar sua carga horária de 60h para 120h, (c) oferecer quadro de professores de Libras na oferta do Componente Curricular Libras em todos os departamentos e campi, com formação em: Graduação em Letras Libras, de acordo com o Decreto 5626/05. (d) disponibilizar o profissional tradutor/intérprete de Libras para auxiliar nas atividades de sala de aula que necessitam deste profissional. Dar relevância devida ao componente curricular Libras: (a) deslocar o mesmo do Departamento de Educação para o Departamento de Ciências Humanas, tendo em vista que Libras é língua, e deve estar alocada onde estão alocadas os cursos de Línguas (b) Mudar sua carga horária de 60h para 120h, (c) oferecer quadro de professores de Libras na oferta do Componente Curricular Libras em todos os departamentos e campi, com formação em: Graduação em Letras Libras, de acordo com o Decreto 5626/05. (d) disponibilizar o profissional tradutor/intérprete de Libras para auxiliar nas atividades de sala de aula que necessitam deste profissional;

Universalisar a oferta de curso de línguas, EAD, para os graduandos da universidade

Sugestão de Silas

Oferecer cursos de graduação focados no desenvolvimento da agricultura familiar e desenvolvimento regional. Para desta forma potencializar as pequenas agroindústrias do interior e fomentar a transformação socioeconomica dos territórios interioranos.

Sugestão de Sheila Batista Maia Santos Reis da Costa

1. Deslocamento do Componente Curricular Libras do Departamento de Educação para o Departamento de Ciências Humanas, tendo em vista que Libras é língua, e deve estar alocada onde estão alocadas os cursos de Línguas,. 2. Mudança da carga horária do Componente Curricular Libras de 60h, para 120h: Libras I: Aspectos Linguísticos e Prática; Libras II Teórica - Aspectos socioantrológicos, culturais educacionais. 3. Quadro amplo de Professores de Libras na oferta do Componente Curricular Libras em todos os departamentos e campi, com formação em: Graduação em Letras Libras, de acordo com o Decreto 5626/05. 4. Disponibilidade do Profissional Tradutor/Intérprete de Libras para auxiliar nas atividades de sala de aula que necessitam deste profissional, ex.: alunos vão apresentar seminário e levam um palestrante Surdo (o professor sabe Libras, sabe interpretar, mas, sua função neste instante de sala de aula é de docente e avaliador, e não de intérprete).

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PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO, AMPLIAR COM QUALIDADE, TECENDO REDES DE COLABORAÇÃO E INSERÇÃO INTERNACIONAL

Em pleno século XXI, CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovação) é o maior símbolo de desenvolvimento e riqueza de uma nação. Desde a criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq (Lei n⁰ 1.310/1951), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES (Decreto n⁰ 29.741/1951) e do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) no ano de 1985 o Brasil vem criando condições de crescimento econômico, sustentabilidade e inclusão social a partir do conhecimento científico. A despeito de ocuparmos a 13º posição no ranking da produção científica internacional (Thomson Reuters, 2015), no ranking global de inovação, de acordo com o The Global Innovation Index 2016 realizado pela Johnson Cornell University, o Brasil ocupa apenas a 69º posição. Nesse cenário, o papel da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) enquanto parte do Ecossistema de CT&I é fundamental para a geração de conhecimento, formação de massa crítica qualificada, transferência de tecnologia e interação academia-empresa-governo para ações efetivas de inovação que impactam na qualidade de vida dos baianos nas diversas regiões do nosso Estado. Por outro lado, ponderamos que a manutenção do status de universidade está diretamente relacionada a essa capacidade de produzir ciência da instituição, refletida no número de programas de pós-graduação stricto sensu, mestrados e doutorados, bem como na produção científica dos professores pesquisadores auxiliados nos seus projetos pelo corpo técnico e pelos discentes de todas as áreas do conhecimento. Caberá à gestão criar as condições necessárias à ampliação e consolidação e interiorização dos Programas de Pós-Graduação stricto sensu, a partir de ações voltadas ao desenvolvimento de projetos de pesquisa, crescimento da Iniciação Científica, política de captação de recursos e estruturação de equipes formadas pelos três seguimentos da universidade, no âmbito da gestão qualificada dos Programas de Mestrado e Doutorado. Diretriz prioritária é a elevação da qualidade e a expansão da pós graduação na UNEB.

Priorizar a qualificação dos programas de pós-graduação stricto sensu, mestrado, com vistas a elevação de conceito junto a CAPES para a obtenção da recomendação de abertura de doutorado, garantindo a manutenção do status de universidade;

Criar novos programas de pós-graduação stricto sensu, mestrado e doutorado, a partir da análise minuciosa das necessidades regionais, principalmente nas áreas do conhecimento em que a UNEB ainda não detém programas dessa natureza e voltados à ampliação da interiorização da Pós-graduação em articulação com a Agência de Inovação-UNEB;

Investir nos mestrados e doutorados em rede, profissionais e acadêmicos;

Ampliar as condições de desenvolvimento de ciência na UNEB, pelo aumento da qualificação docente, técnico-administrativa e discente, associada a maior dotação orçamentária para a PPG, com impactos diretos sobre a produção científica e tecnológica, bem como do número de patentes da universidade, juntamente com a Agência de Inovação-UNEB;

Criar o programa de incentivo à pesquisa, voltado aos três segmentos da UNEB, buscando estimular a construção de projetos de pesquisa robustos capazes de gerar produtos que beneficiem a sociedade e ampliem a captação de recursos da UNEB através da transferência tecnológica;

Promover a capacitação continuada dos professores-pesquisadores e do corpo técnico da universidade no que se refere a gestão do conhecimento e administrativa, visando dar agilidade na construção e execução de despesas relacionadas a pesquisa, pós-graduação e inovação;

Promover ações concretas com vistas a internacionalização da universidade, ampliando convênios e gerando parcerias com as mais conceituadas instituições universitárias do mundo para promover a mobilidade aos três segmentos visando a capacitação e qualificação acadêmica e técnica voltada a qualidade da produção científica;

Buscar parcerias com as redes nacionais e internacionais de pesquisa para promover o aumento da produção científica e tecnológica da UNEB;

Garantir as condições de funcionamento dos programas de pós-graduação no que se refere ao cumprimento de resolução específica da UNEB que trata do corpo técnico-administrativo fixo;

Prover condições para a fixação de doutores nos programas existentes e novos, na capital e no Interior, a partir de estudos sistemáticos da produção científica dos doutores por campus;

Criar a rede de pesquisadores UNEB, com características de rede social, para intercomunicação rápida voltada ao agrupamento de estudiosos de temas diversos para fomentar o surgimento de novos programas de pós-graduação stricto sensu;

Fortalecer as resoluções que orientam e regulam os cursos de pós-graduação Lato sensu, incluindo no seu formato os elementos necessários para que possam atingir a condição de Programa Stricto sensu no período de um quadriênio;

Fortalecer as relações interinstitucionais com o CNPq, CAPES, FAPESB, FINEP, entre outros, com vistas ao aumento da captação de recursos para projetos, bolsas de iniciação científica, de mestrado e doutorado;

Criar a equipe de auxílio permanente ao pesquisador UNEB, voltada a informação qualificada relativa a fomento, bolsas, execução orçamentária, entre outros, para funcionar desde a concepção do projeto até a sua realização plena de maneira assistida e colegiada;

Fortalecer os comitês de iniciação científica e da pós-graduação, através de ações itinerantes e por meio de eventos para discutir e fortalecer a política de pós-graduação da UNEB, com formato dinâmico;

Construir modelo de governança voltado às ações da pesquisa, pós-graduação e inovação caracterizado pela agilidade dos processos para a execução plena e de qualidade de recursos financeiros;

Construir políticas e estabelecer meios para atrair e fixar professores visitantes de instituições nacionais e estrangeiras, no sentido de qualificar a pesquisa e contribuir academicamente para os programas de pós-graduação stricto sensu;

Fortalecer os grupos de pesquisa existentes e estimular a criação de novos, garantindo as condições para o desenvolvimento de suas atividades;

Divulgar as potencialidades em pesquisa e pós-graduação da UNEB, disponíveis para a sociedade;

Garantir aos professores pesquisadores, condições que lhes possibilitem a prática da pesquisa e da produção científica em ambiente próprio de trabalho;

Consolidar a Agência de Inovação, favorecendo o aumento do número de pedidos de registro de patentes, de modo a preservar o conhecimento gerado pelas pesquisas científicas, fortalecendo as parcerias da universidade com órgãos de governo, demais organizações da sociedade e empresas criando oportunidades na busca de resultados para a sociedade, incentivo à inovação,
propriedade intelectual, transferência de tecnologia, prospecção em CT & I, promoção da internalização da pesquisa na empresa, extensionismo para a competitividade, suporte ao empreendedorismo, startups, comunicação e difusão da inovação projetos estratégicos, cooperação nacional e internacional para a promoção da inovação.

Afirmar a Política de Incentivo à Publicação Científica Qualificada, com vistas a estimular a produção acadêmica e sua publicização;

Expandir e dar autonomia a EDUNEB de forma que possa atender as demandas de publicação existentes na UNEB buscando qualificar a atividade de divulgação de pesquisas, teses, dissertações e trabalhos acadêmicos;

Incentivar a criação de revistas científicas impressas e eletrônicas, de modo a fortalecer os programas de pós-graduação stricto sensu;

Expandir a Pós Graduação nas regiões, fazendo o mapeamento das áreas de conhecimento estratégicas para o desenvolvimento regional, fortalecendo os departamentos e as RGDs de acordo com as demandas de desenvolvimento econômico e social, investindo em quadro técnico , infra-estrutura e orçamento para criação de cursos com condições adequadas de funcionamento.

Estimular e apoiar os Centros de estratégicos e Departamentos para abertura de Programa de pós-graduação lato e Stricto Sensu voltados para interculturalidade e diversidades étnicas;

Apoiar as pesquisa sobre as temáticas indígenas investindo nas políticas de incentivo à participação em congressos, seminários e difusão do conhecimento;

Criar uma política de produção e publicação e distribuição de material didático, junto à EDUNEB, com comitê gestor agregando os programas que produzem material didático como o Saberes Indígenas, PIBID diversidade, as licenciaturas indígenas garantindo a publicação e distribuição do material produzido.

Sugestão de Maria de Fátima Ferreira Barreto Bonfim

Considerando o papel social da UNEB no Estado da Bahia, como também pela visão de uma universidade do futuro, proposta por essa chapa, sugiro a construção um prédio para implantação de um Centro de Referências em Pesquisas e Estudos das Ciências Sociais, composto pelos seguintes espaços: Laboratório de Pesquisas e Estudos de Sociologia, Laboratório de Pesquisas e Estudos Científicos de Antropologia, Laboratório de Estudos Avançados de Ciência Política e um Laboratório de Estudos Latino-Americanos. Essa ideia poderá ser melhor desenvolvida, numa comissão multidisciplinar representada por cada área proposta.

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GESTÃO DE PESSOAS, APROXIMAR A GESTÃO ADMINISTRATIVA DOS SUJEITOS QUE FAZEM ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO; VALORIZAR O PESSOAL DOCENTE, ANALISTA E TÉCNICO.

Atualmente vivenciamos um momento de retrocesso nas garantias dos direitos dos trabalhadores, que são vistos como recursos e custo para as organizações. Esse quadro enseja uma visão mais humanística e integradora por parte daqueles que assumem cargos de direção. Concebemos que a gestão de pessoas é área prioritária; deve agrega políticas e práticas voltadas para a administração do trabalho dos servidores e cuidar do seu bem estar. O crescimento institucional de qualidade depende da junção de esforços pela valorização desses profissionais que produzem e socializam o conhecimento com ética e responsabilidade social. A diretriz básica é o desenvolvimento, o bem estar e a garantia dos direitos dos servidores, com avanços na perspectiva da qualificação, da valorização do trabalho individual e coletivo, do respeito às diferenças, cultura e valores que estão embutidos no processo.

Priorizar a contratação de pessoal docente e técnico via concurso público, a partir da matriz de necessidades dos departamentos e setores, com vistas à consolidação do quadro de pessoal;

Estimular a discussão, via processo Estatuinte, acerca da candidatura de técnicos e analistas para cargos eletivos (reitor, vice-reitor, diretor);

Implantar o Programa de Qualificação para os servidores técnicos e analistas do interior e da capital;

Propor estudos para mudança no Decreto nº 10.181 de 14/12/2006 no artigo 10 e incisos IV, V, VI, VII que se refere á Composição do CONSU, haja vista a acentuada discrepância que ocorre na participação das categorias, por exemplo: percebe-se muito claramente que o quantitativo de docentes no referido Conselho fere incisivamente o princípio de isonomia;

Contribuir para a atualização de lei 11.375/2009, lei que reestruturou as carreiras de analistas e técnico universitários integrantes do grupo ocupacional técnico específico, criado pela Lei 8.889/2003. De forma que garanta aos técnicos e analistas melhores condições para promoção, progressão, garantia ao direito de perceber incentivo à produção científica e funcional;

Entrar em acordos junto à SAEB no sentido de proporcionar aos NA´s, aumento linear, aumento do vale alimentação, homologação dos processos de solicitação de aumento de carga horária de 30 para 40 horas, garantia do retorno do pagamento de insalubridade;

Criar critérios para a distribuição da porcentagem da gratificação por condições especiais de trabalho (CET), pois existe a disparidade de valores para servidores ocupando as mesmas funções;

Ampliar o número de vagas para analistas nos programas de especialização latu sensu e stricto sensu na UNEB e estabelecer parcerias institucionais visando implantar vagas em cursos em outras instituições;

Realizar estudos no sentido de estabelecer critérios para cotas de bolsas para técnicos e analistas nos Programas e Projetos Especiais;

Aumentar os recursos para editais de apoio a técnicos e analistas para apresentação de trabalhos científicos;

Aumentar o número de bolsas PAC para técnicos e analistas;

Criar Programa de Qualidade de Vida e trabalho para servidores técnicos e analistas universitários;

Garantir a participação de analistas para concorrer a vagas de coordenação e supervisão nos editais de programas especiais da UNEB (PARFOR, UATI, UPT) e vagas para a UNEAD;

Viabilizar incentivos à produção científica para os funcionários;

Reorganizar o critério de bolsas para atender aos analistas e técnicos estimulando-os a trabalhar em programas e projetos da universidade;

Assegurar nos segmentos (PGDP,PROGRAD,PROEX e PPG), ações conjuntas e sincronizadas em prol da valorização do servidor através de políticas voltadas para incentivar o seu aprendizado na área da graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado para que sejam aproveitados nos campos de atuação na instituição;

Dialogar com os servidores sobre as mudanças de espaços e considerar a possibilidade de trazê-los de volta ao Campus I, a fim de que a universidade, novamente agregada, possa voltar a se desenvolver com o devido conforto e satisfação para os seus trabalhadores;

Ampliar a escuta, a partir da Ouvidoria Ativa Itinerante, aos setores e departamentos, visando acompanhar e coibir atos de improbidade administrativa, assédio moral e sexual;

Intermediar ações voltadas aos intercâmbios internacionais junto a SERINT com foco em estender aos servidores técnicos administrativos, NA´s e analistas experiências além-fronteiras potencializando a qualificação administrativa da universidade com experiências pioneiras

Instituir um Programa de Qualidade de Vida no Trabalho, com o intuito de elevar o padrão de vida saudável no ambiente da UNEB;

Criar o Programa de Preparação para a Aposentadoria como instrumento de intervenção nas dimensões psicológica e social, preparando o indivíduo para essa nova etapa de sua vida;

Implementar ações de integração, apoio e acompanhamento de docentes e servidores técnico-administrativos recém ingressos na UNEB, com ênfase no período de estágio probatório;

Estimular a participação de docentes e servidores técnico administrativos em eventos qualificados que lhes permitam o aprimoramento de habilidades e competências profissionais;

Envidar esforço no sentido da busca de viabilidade jurídica (ação junto à Assembleia Legislativa) que garanta o pagamento das passagens de docentes, técnicos e analistas que tem residência fora do local de trabalho na UNEB.

Aperfeiçoar o modelo de concurso, para contratação docente, agilizando e qualificando o processo, atraindo profissionais com alto nível de formação;

Fortalecer a política de qualificação do docente, em nível de mestrado e doutorado, mediante convênios e parcerias, considerando critérios de prioridade e necessidade acadêmica, com base no planejamento institucional;

Fundar o Programa de Mobilidade Docente, permitindo o aproveitamento dos professores do quadro da UNEB nos cursos de graduação e pós-graduação nos diversos campi, considerando o local de residência dos mesmos com vistas a sua qualidade de vida;

Dotar todos os espaços acadêmicos de equipamentos adequados para o desenvolvimento das atividades docentes em regime de trabalho integral;

Reestruturar o quadro de cargos docentes da universidade, visando atender o novo contexto de formação do professorado da UNEB;

Oportunizar, via diálogos com o governo do Estado, a garantia da progressão automática do docente, tão logo o mesmo tenha concluído os estudos em nível de pós-graduação;

Envidar esforços junto ao governo do estado no sentido de defender fortemente a mudança de carga horária para os docentes;

Estabelecer diálogos com o governo no sentido de implementar o cargo Tradutor/Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e promover concurso para Tradutor/Intérprete de Línguas Brasileira de Sinais na UNEB, afim de atender a determinação do Decreto 5626/05, bem como concurso público para Professores de Libras que exija a titulação recomenda pelo referido Decreto.

Sugestão de Sheila Batista Maia Santos Reis da Costa

1. Se posicionar junto ao Governo do Estado afim de implementar o cargo: Tradutor/Intérprete de Língua Brasileira de Sinais. 2. Promover concurso para Tradutor/Intérprete de Línguas Brasileira de Sinais na UNEB, afim de atender a determinação do Decreto 5626/05. A quantidade de vagas deve ser o suficiente para cada Campus ter sua equipe de profissionais. Sobre quantidade de profissionais por equipe buscar exemplos como: UFSC, UFBA e UFRB, estas instituições são referências no trabalho adequado com Tradutor/Intérprete de Língua Brasileira de Sinais. 3. Sobre o concurso público para Tradutor/Intérprete de Língua Brasileira de Sinais: ir para além da limitação da legislação, e oferecer cargos tanto de Nível D quanto de Nível E. Sendo que o nível D pode atuar em recepções e informações gerais; e o Nível E, atender as demandas de sala de aula e eventos, que requer competência referencial, conceitual e teórica mais aprofundada. Se o profissional interpreta conteúdos de nível superior deve ter igualmente: nível superior e ser remunerado de acordo com o nível. 4. Concurso público para Professores de Libras que exija a titulação recomenda pelo Decreto 5626/05: Graduação em Letras Libras, ou Graduação em qualquer área + exame de Proficiência em Libras + Especialização. 5. Sobre o Componente Curricular Libras: que os professores que ministram e assinam a caderneta deste componente na UNEB tenham as competências descritas no diploma legal que trata sobre o perfil destes profissionais: Decreto 5626/05: Graduação em Letras Libras, ou Graduação em qualquer área + exame de Proficiência em Libras do MEC + Especialização. Exame de Proficiência não é curso de formação continuada, da mesma forma que exame de Proficiência em Inglês, Alemão e Português não é curso de formação.

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PERMANÊNCIA E SUCESSO ESTUDANTIL, GARANTIR O SUCESSO ACADÊMICO

A UNEB tem uma contribuição histórica importante para a diminuição das desigualdades étnicas e sociais na Bahia, a partir da adoção das ações afirmativas e sua própria característica de abrigar, majoritariamente, estudantes oriundos das escolas públicas nos diversos territórios de identidade. Entendemos a educação como direito social fundamental e que deve ser assegurado a todos os cidadãos. Numa visão da justiça enquanto equidade, compreendemos que as singularidades que nos diferenciam devem ser consideradas nas políticas voltadas para a superação das disparidades sociais. O contingente de alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica exige a implantação de ações que possibilitem ao estudante sua formação integral. Estas incluem não somente auxílios socioeconômicos, mas assistência biopsicossocial e novas estratégias pedagógicas que contemplem essa diversidade e fortaleçam uma cultura emancipatória e condições justas de oportunidade para os estudantes permanecerem e concluírem os estudos. Diretriz prioritária é a formação qualificada e o sucesso estudantil.

Promover a política de assistência e permanência estudantil com ênfase nas demandas bio-psico-social-artistico-cultural e esportiva, com meta de ampliar as bolsas para todos os cotistas e residentes e reajustar os valores;

Debater, de forma participativa, o orçamento estudantil no que tange aos recursos do Estado e do PNAEST;

Diversificar os canais de comunicação e a circulação de informações sobre a assistência e permanência estudantil (página, aplicativos, rádio universitária, face, instagram, etc.)

Implantar o Programa Pró Residências e Creches Estudantis, em parceria com estado e municípios, buscando efetivar a política de moradia dos estudantes residentes, priorizando sedes próprias e bem equipadas e vagas de creche para filhos de mães estudantes;

Articular com as secretarias estadual e municipais de política para as mulheres, convênios para apoio às estudantes vítimas de violência(s);

Rever o valor das bolsas para auxilio-residência e auxílio-permanência de forma a garantir ao estudante melhores condições para sua subsistência;

Redefinir a política de moradia estudantil, destinada a alunos economicamente vulneráveis, a partir de critérios objetivos constantes em edital público;

Construir o Restaurante Universitário de Salvador e envidar esforços para implantar o RU em outros departamentos maiores do interior, bem como Cantinas Solidárias nos departamentos menores;

Instituir Comissão Avaliativa e Acompanhamento do Sistema de Cotas;

Instituir cotas para estudantes cotistas em monitorias e editais de fomento;

Implementar um sistema de acompanhamento de egressos estimulando interações permanentes entre a universidade estes;

Apoiar projetos de intercâmbio que envolvam alunos da UNEB e de outras IES nacionais e internacionais;

Viabilizar apoio aos alunos participantes de programas de intercâmbio internacional, com a oferta de cursos de idiomas;

Aperfeiçoar os mecanismos de ajuda financeira a estudantes, com vistas a ampliar a participação em eventos qualificados para a divulgação de sua produção científica;

Ampliar a frota veicular da UNEB para melhor atender às necessidades de deslocamento para aulas práticas;

Empreender gestões junto ao poder público municipal e às empresas de transporte coletivo no sentido de melhorar o atendimento aos estudantes, em especial dos cursos noturnos;

Criar e implantar a Bolsa Trabalho, destinada a alunos vulneráveis economicamente, como oportunidade de aprendizagem em setores acadêmicos e administrativos da UNEB;

Dinamizar os meios de interlocução entre a universidade e as organizações em geral para oportunizar maior acesso a estágios curriculares e extracurriculares;

Mudar de nome da Pro-Reitoria de Assistência estudantil para Pró-Reitoria de Assistência e Permanência estudantil, compreendendo a concepção ampliada que a permanência traz;

Descentralizar as ações da Pró-reitora de Assistência e Permanência estudantil;

Criar a coordenação de esportes dentro da pró reitoria de Assistência e Permanência Estudantil;

Discutir junto à Assessoria de Cultura a construção e disseminação de atividades culturais nos vinte e quatro campi;

Institucionalizar a parceria da UNEB com os Centros de Referência dos Municípios para atendimento biopsicossocial;

Fomentar discussões sobre a reserva de vagas na pós-graduação para egressos da UNEB;

Estimular a isenção de taxas de inscrição na pós-graduação e outros cursos, seleções, etc., para estudantes cotistas;

Apoiar aos Festivais Universitários, fomentando a difusão da educação, arte e cultura;

Realizar parceria com os municípios, com reservas de vagas nas creches, para o atendimento das mães universitárias;

Conceder bolsas-auxilio específica para as mães residentes por um período a ser definido;

Criar política de regulamentação ao aumento anual de bolsa-auxílio;

Definir uma nova politica de cotas para os povos indígenas na universidade;

Criar uma coordenação específica para gerir e orientar a Política de Educação Indígena na UNEB em consonância com os Centros Estratégicos;

Incluir nas bibliotecas de todos os campi, livros de autores negros e indígenas;

Criar uma coordenação específica para gerir e orientar a Política de Educação Indígena na UNEB em consonância com os Centros Estratégicos;

Incluir nas bibliotecas de todos os campi, livros de autores negros e indígenas;

Garantir o acesso e a permanência das pessoas surdas, com informações do site, editais e questões do vestibular em Libras, bem como profissionais de libras entre o quadro de técnicos, tradução nas aulas e eventos onde seja constatada a presença desses estudantes.

Sugestão de Valéria Barros Truká

Bem como foi levantado na entrega da carta compromisso do cecun eu questionei a residência Indígena no Campus I onde nós temos tb um grande índice de evasão por conta dos alunos que ingressaram das suas aldeias não terem como se manter em Salvador saem a garantia de uma bolsa e nem locação nas residências departamentais o que tb não é muito viável pois temos alguns costumes que não são tão apreciados pelos não índios.

Sugestão de Sheila Batista Maia Santos Reis da Costa

Para garantir a permanência no estudante na universidade, primeiro tem que permitir sua entrada. Para que isto ocorra na área que envolve Pessoas Surdas se faz necessário: 1. Disponibilizar todas as informações e atualizações do site da UNEB em Libras; 2. Disponibilizar todas as informações e atualizações dos Editais em Libras; 3. Garantir a presença do Profissional Tradutor/Intérprete de Libras no quadro de técnicos para auxilio aos Surdos, quando estes buscarem a Instituição afim de informações que necessitam; 4. Garantir que todas as questões das provas do vestibular estejam em Libras, em tempo hábil, pois, apesar da Lei 10.436/02 informar que a Libras não substitui a modalidade escrita da Língua Portuguesa, quando a prova dos Surdos é disponível somente em Língua Portuguesa há um caso de falta de justiça social, pois aos ouvintes é preservado o direito de fazerem suas provas na sua língua materna (Língua 1), e aos Surdos este direito de fazerem suas provas na sua L1 - língua materna, também deve se preservado, afim de que este não seja submetido à prova na sua segunda língua, estabelecendo antes mesmo de sua entrada, uma barreira a seu acesso; 5. A correção da prova dos Surdos deve considerar que sua escrita do Português é como segunda língua. 6. Garantir acesso - por meio da tradução em Libras -, dos Surdos a todos os eventos oferecidos na Universidade, desde que tenha confirmada sua inscrição. 7. Garantir acesso ao serviço de Tradução /Interpretação em todas as aulas que os Surdos estiverem presentes. 8. Caso, não haja a presença do profissional Tradutor/Intérprete na aula que os Surdo está presente, em respeito ao Surdo e ao seu direito de acessibilidade, garantir que a aula comece somente após a presença deste profissional.

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INTRAESTRURURA, PRIORIZAR E OTIMIZAR INVESTIMENTOS PARA REFORÇO E MANUTENÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO

A infraestrutura constitui-se em uma dimensão estratégica na UNEB, considerando que esse aspecto pode facilitar ou dificultar o desenvolvimento das ações da universidade. É sabido que o repasse do governo do estado tem sido insuficiente para atender às necessidades de investimento. Dada à escassez e o contingenciamento dos recursos, caminhos possíveis complementares estão na captação de recursos, por meio de emendas parlamentares e editais públicos.

Discutir de forma ampliada e participativa a destinação e priorização dos recursos voltados à realização de projetos executivos das obras dos departamentos e demais unidades, estabelecendo prioridades no plano de obras da instituição;

Relocar os servidores da capital, campus I – Cabula, a partir de estratégias inovadoras na concepção, construção e/ou adequação de espaço, permitindo o devido conforto e satisfação aos trabalhadores;

Melhorar a infraestrutura para a pesquisa e pós graduação;

Implementar os planos diretores dos campi, com o devido planejamento da utilização do espaço físico;

Garantir e reforçar a aquisição/construção/adequação de imóveis próprios com estudos de viabilidade orçamentária e financeira, primando pela acessibilidade, licenciamento da vigilância sanitária, corpo de bombeiros, e outros, visando à segurança patrimonial e dos sujeitos;

Planejar e executar ações de urbanização e paisagismo nos campi, objetivando desenvolver áreas de convivência e sociabilidade com o melhoramento estético dos espaços com destaque para as artes, a sustentabilidade ambiental;

Concluir as obras em execução, equipando os respectivos espaços, para sua plena utilização em curto prazo;

Priorizar a política de acessibilidade nos campi da UNEB

Investir na restauração das vias de acesso, na construção de estacionamentos, sinalização;

Melhorar a infraestrutura de segurança e iluminação dos campi;

Reavaliar a política de segurança das pessoas e do patrimônio;

Priorizar investimentos para aquisição de equipamentos para núcleos e laboratórios, dentro das necessidades definidas pelos respectivos departamentos;

Expandir a capacidade das redes elétrica, hidráulica e sanitária que atendem à UNEB, em face de sua expansão física e ao aumento de suas demandas;

Modernizar a rede de telefonia da Universidade, visando à melhor comunicabilidade interna e externa;

Criar o Plano de Manutenção Preventiva Permanente dos prédios e equipamentos da UNEB;

Adaptar a infraestrutura física dos campi, tendo em vista as exigências normativas de acessibilidade e mobilidade de pessoas com deficiência;

Investir, em articulação com a SECTI, na base e suporte tecnológico, como forma de fortalecer a comunicação institucional aliada à pesquisa, pós-graduação, ensino, extensão e gestão;

Garantir a Residência Indígena e Quilombola em Salvador, Paulo Afonso, Euclides da Cunha, Juazeiro e Teixeira de Freitas.

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DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL, PLANEJAMENTO, AVALIAÇÃO, EFICIÊNCIA, APERFEIÇOAMENTO DA GESTÃO, INTERLOCUÇÃO.

As instituições de ensino superior públicas enfrentam, na atualidade, novas e inúmeras exigências do contexto econômico e social e, precisam, portanto, adotar estratégias de modernização diante dos desafios da sociedade do conhecimento. A gestão socialmente responsável envolve planejamento, execução, acompanhamento, avaliação e socialização de resultados visando atingir metas e objetivos estabelecidos nos marcos regulatórios da instituição. A crescente complexidade das organizações e, especificamente, das Universidades Públicas, tem exigido a introdução de critérios mais sofisticados no processo de gestão que minimizem erros e riscos à tomada de decisão. A incorporação de procedimentos lógicos facilita as decisões. O conhecimento, cada vez maior, de técnicas de intervenção sobre a realidade, tem conduzido as organizações a adotarem modelos mais racionais de administrar os recursos e minimizar os riscos dando maior transparência, eficiência, eficácia e efetividade à gestão. Cabe à universidade adquirir e por em prática competências de planejamento e administrativas o que exige capacidade de gestão. A integração das competências – acadêmicas e administrativas - dará sustentação e sobrevivência à universidade no mundo contemporâneo. Práticas obsoletas, burocratas, centralizadoras, dificuldade em adequar-se a um novo contexto de relações sociais em um mundo social e economicamente complexo se constituem em grandes ameaças à vida da organização. Não há mais lugar para um modelo de gestão burocrático, que administra de forma centralizadora e que não consegue perceber as tendências do ensino superior num plano social estadual, nacional e internacional. Administrar uma universidade significa dar autonomia permitindo que os membros desta instituição decidam seus rumos e prioridades de alocação de seus recursos. Imprescindível refletir as relações entre a Reitoria, a administração central, os Departamentos e todas as demais unidades organizacionais e a forma de gerenciar a Universidade. Necessária à adoção de um novo modelo de gestão transparente, participativa, democrática, autônoma, descentralizada e desconcentrada, assumido pela universidade pública, no processo de tomada de decisões, propiciando, consequentemente.

Consolidar os processos de planejamento e avaliação como instrumentos de tomada de decisão;

Qualificar e tornar transparente o uso dos recursos financeiros e materiais – Democracia e participação orçamentária;

Articular junto aos Poderes Executivo e Legislativo a redefinição do modelo de financiamento, a ampliação do percentual da RLI destinado aos orçamentos das Universidades, a revisão dos critérios e parâmetros que determinam a proporcionalidade do orçamento entre as UEBAs subsidiando ainda a política pública em Educação Superior na Bahia;

Instaurar o processo Estatuinte da UNEB de forma participativa com vistas a reformulação do Estatuto e Regimento da UNEB;

Implementar o Orçamento Participativo da UNEB com vistas a tornar transparente o processo de planejamento e execução orçamentária;

Articular junto aos Poderes Executivo e Legislativo a defesa e garantia da autonomia universitária de forma a assegurar o repasse integral dos recursos financeiros aprovados no PPA, na LOA;

Envolver a UNEB de forma mais efetiva e participativa no processo de construção do Plano Plurianual do Estado da Bahia – PPA;

Revisar com a participação da comunidade universitária e representantes da sociedade, um Plano Estratégico da UNEB;

Construir de forma participativa e transparente o PDI da UNEB;

Implantar um modelo de gestão, baseado na descentralização, delegação e responsabilidade administrativa, que atribua aos Departamentos maior autonomia para elaboração de sua proposta orçamentária, realização de seus planos e acompanhamento na execução de seu orçamento;

Promover a reorganização da estrutura administrativa da Universidade, com vistas a maior eficiência e eficácia, a partir da desconcentração, descentralização e flexibilização das rotinas e procedimentos;

Reestruturar e modernizar as Prefeituras dos Campi de Salvador, Alagoinhas e Juazeiro e instituir subprefeituras regionais, de modo à melhor atender as demandas por serviços de sua competência;

Criar a partir do Observatório da Gestão e Liderança Universitária Multicampi o Programa de Capacitação de Gestores, destinado àqueles que assumam cargos de gestão na UNEB, visando prepará-los para as exigências pertinentes às suas atribuições;

Atualizar e implantar o Plano de Segurança da UNEB, visando a assegurar a integridade pessoal e patrimonial nos campi;

Amplificar a terceirização de serviços, de natureza essencialmente administrativa, a fim de melhorar a qualidade e a presteza no atendimento das demandas internas;

Adotar medidas para descentralizar e agilizar o sistema de licitação da UNEB, incluindo manualização, reorganização e setorialização;

Desenvolver e implantar instrumentos de planejamento e controle da execução orçamentária, financeira e contábil gerando informações úteis para o processo de tomada de decisão lastreado em um processo de transparência para a comunidade acadêmica e sociedade quanto à gestão de recursos públicos;

Criar um Sistema de Gestão de Documentos da UNEB de modo a viabilizar a criação de instrumentos para a virtualização de processos e procedimentos no âmbito da UNEB permitindo a implantação do Gerenciamento Eletrônico de Documentos - GED;

Sistematizar, de modo mais eficiente e ágil, a gestão de bens e suprimentos da UNEB desde a fase da requisição até a distribuição para os diversos campi;

Alavancar a política de captação de recursos públicos para a UNEB, com a geração de recursos próprios, como alternativa de receita para investimentos;

Redimensionar as áreas de execução orçamentária, contábil e financeira, estruturando como sistema de informações gerenciais, incorporando novas metodologias com a adoção de parâmetros de boa governança a fim de demonstrar a importância de um arcabouço organizacional que forneça o apoio necessário e transparente à integração das informações sobre os atos praticados pelos gestores da instituição, os resultados alcançados, as metas cumpridas e o diagnóstico detalhado da situação orçamentária, econômica, financeira e realização física das ações.

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DESENVOLVIMENTO REGIONAL, CONECTAR COM ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO; REDES DE GESTÃO DEPARTAMENTAL, GESTÃO REGIONAL EM INTEGRAÇÃO COM A ADMINISTRAÇÃO CENTRAL PARA O ENFRENTAMENTO DOS DESAFIOS.

Defendemos uma universidade viva, ativa e socialmente responsável no que tange às demandas do espaço mais problemático do Brasil, em termos sociais e econômicos, que é o Nordeste. Precisamos refletir criticamente sobre nosso papel nas regiões e territórios de identidade em termos de potencialidades para enfrentar os desafios futuros. Em gestões passadas houve documentos marcantes que propuseram caminhos integradores capazes de garantir a otimizar recursos em contextos de crise. Dentre eles destacamos o Plano Estratégico, em 2006, que trata das áreas estratégicas da UNEB e aponta para alternativas de gestão via aproximações dos campi por regiões e o Plano de Metas, 2010-2013, que evolui na proposta com foco nas Redes de Gestão Departamental. A atuação em rede implica em partilha de recursos, mobilidade de docentes e estudantes, planos de curso integrados, projetos culturais focados nas potencialidades da rede, DCEs por pólo, pós-graduação multicampi dentro da rede, captação de recursos, tecnologias compartilhadas, dentre outros elementos. Consideramos importante retomar essa discussão como forma de enfrentamento da crise que afeta as universidades públicas. Diretriz é investir nos Pólos agregando departamentos.

Fomentar discussões ampliadas no sentido de efetivar a atuação em Pólos Acadêmicos Regionais - com melhores possibilidades de respostas às demandas dos territórios -, em articulação com a administração central, com base inicialmente na seguinte distribuição, proposta no Plano de Metas (2010-2013):

Quadro 1

Fonte: Plano de Metas, 2010-2013.
Rede DEPARTAMENTOS/Municípios
Médio São Francisco Bom Jesus da Lapa, Barreiras
Anísio Teixeira Brumado, Caetité, Guanambi
Metropolitana Alagoinhas, Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas
Recôncavo Baiano Valença, Santo Antônio de Jesus, Ipiaú
Semiárido Norte Juazeiro, Jacobina, Santo Antônio de Jesus
Antônio Conselheiro Paulo Afonso, Serrinha, Euclides da Cunha, Canudos, Conceição do Coité
Chapada Diamantina Irecê, Xique-Xique, Seabra, Itaberaba
Costa do Descobrimento Eunápolis, Teixeira de Freitas

Fomentar em cada Pólo uma instância de gestão territorial em interlocução com a administração central;

Proporcionar a aproximação da administração com os campi a partir da Reitoria Itinerante;

Envidar esforços no sentido de garantir o suporte de pessoal, tecnológico e comunicacional para atender as demandas de cada Pólo, eliminando o papel, permitindo a inter-relação intra-redes, com a administração central e com os atores externos à universidade;

Instituir as atribuições de cada Pólo visando empoderá-lo para atuar de forma consistente na qualificação da graduação (revisão do portfólio de cursos), da pós-graduação (proposta de mestrado profissional para cada rede, com utilização da EAD), em projetos de pesquisa articulando convergências, nas ações afirmativas e de inclusão, na política de assistência estudantil, na gestão de pessoas, nas ações de internacionalização, na produção científica com revistas por Pólo;

Criar e implantar o Fórum Permanente dos Pólos, formado por gestores dos departamentos e membros da administração central;

Destinar recursos para garantir a sua viabilização, inclusive com captação em agências de fomento para o desenvolvimento das ações;

Fortalecer as ações de extensão a partir das demandas de cada Pólo, agregando o conjunto de municípios que dele fazem parte;

Permitir o fortalecimento das ações integradas para a educação básica nos municípios.

Sugestão Anônima

Promover nos departamentos do interior a pós graduação em rede, integrando departamentos pertencentes ao mesmo território de identidade e com demandas comuns de pesquisa.

Sugestão de Éverton Oliveira Mendes

Implantação de campus avançado em Cruz das Almas,no eixo integrante territorial da região,realizando parcerias com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia(UFRB) sediada na mesma cidade,ampliando as perspectivas de desenvolvimento local com a oferta de cursos de áreas diversas não oferecidas pela UFRB,especialmente Ciências Humanas e Ciências da Vida,assim possibilitando o fácil acesso a população do território de identidade do recôncavo baiano ao ensino superior público de qualidade.

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